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Postado por em 03/10 em Ações

Relatora da OEA classifica como “terrível” a violência contra população negra no Brasil

Relatora da OEA classifica como “terrível” a violência contra população negra no Brasil

Texto: Midiãn Santana Fotografia: Alane Reis Em missão à Salvador (BA), na última quinta-feira (29), Margarette May Macaulay, a relatora da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos), participou de uma audiência pública com ativistas de movimentos sociais para escutar relatos sobre casos de violência e violação de direitos ocorridos no Brasil, em especial aqueles diretamente ligados às discriminações e o racismo. No encontro realizado no Hotel Golden Tulip, no bairro Rio Vermelho, a relatora da OEA, organização que em junho deste ano aprovou a recomendação de realização de uma série de atividades no marco da Década Internacional de Afrodescendentes, instituída pela ONU em 2015, tomou conhecimento sobre diversos tipos de violências provocadas contra a população negra no Brasil, atingindo na maioria os jovens negros, maiores vítimas de homicídios, e as mulheres negras que sofrem com o racismo institucional nos serviços de saúde. Margarette destacou a preocupação com a violência contra as mulheres negras. “Tenho escutado há anos histórias sobre violência contra a mulher, mas...

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Postado por em 27/09 em Mulher

Feministas comentam importância da ação #PrecisamosFalarSobreAborto 24 h

Feministas comentam importância da ação #PrecisamosFalarSobreAborto 24 h

Texto de Thaís Campolina 28 de setembro é o dia de luta pela descriminalização do aborto na América Latina e Caribe. A data foi definida em 1990, na Argentina, durante o 5º Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho e desde então feministas tem organizado ações, campanhas e debates sobre o assunto durante a data e períodos próximos. Think Olga, Gorda&Sapatão, Justificando e nós, do Ativismo de Sofá, organizamos a ação #PrecisamosFalarSobreAborto 24 horas, que consiste numa virada online feminista que começará às 00:00 do dia 28 e terminará só com o último live às 00:00 do dia 29 de setembro. Nesse período, organizações, coletivos, páginas, blogues, pesquisadoras e pessoas públicas farão transmissões online através do facebook, divulgarão textos sobre o assunto e vídeos já gravados, utilizando a hashtag que nomeia a campanha. A programação das transmissões ao vivo contam com nomes como Clara Averbuck,Karina Buhr, Djamila Ribeiro, Debora Diniz, Marcia Tiburi, Ana Lucia Keunecke,Melania Amorim, Silvia Badim e coletivos/organizações/sites como MinasNerds, Revista Azmina, Rede Feminista de Juristas, Maternativa, ONU Mulheres e Catarinas....

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Postado por em 26/09 em Empoderamento

Audiência vai discutir violações de direitos das mulheres negras com relatora da OEA  em Salvador

Audiência vai discutir violações de direitos das mulheres negras com relatora da OEA em Salvador

Nesta quinta-feira, 29 de setembro, ás 9h, o movimento de mulheres negras da Bahia receberá em audiência pública a relatora dos Direitos dos Afrodescentes e das Mulheres da Organização dos Estados Americanos (OEA), Margarette Macaulay para discutir a situação de violações dos direitos humanos das mulheres negras no Brasil. O evento acontecerá no hotel Golden Tulip, em Salvador. A OEA é uma referência internacional para a defesa de direitos humanos, que investiga e impõe ações que o Brasil deverá realizar para reparar o dano e evitar situações de violações sofridas por causa do racismo, sexismo e todas as formas de discriminação. Nesta audiência é importante que a relatora adquira informações e apure casos de violação que atinge as mulheres negras e toda a população negra brasileira. A relatora está no Brasil durante três dias para participar de audiências públicas com os movimentos sociais de três estados: Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo.  As audiências foram organizadas pela Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) e suas filiadas:...

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Postado por em 23/09 em Ações

Iniciativa oferece formação para projetos de pesquisa de pós-graduação em raça e gênero

Iniciativa oferece formação para projetos de pesquisa de pós-graduação em raça e gênero

Considerando o déficit de mulheres negras na universidade, especialmente na pós graduação, foi idealizada uma atividade de formação teórica e metodológica para auxiliar quem participará de seleções de Mestrado e Doutorado ainda este ano. A iniciativa ‘Vamos Opará Saberes!’ será realizada, gratuitamente, no Ministério Público da Bahia, em Salvador, e reunirá importantes intelectuais negras que contribuirão para instrumentalizar o ingresso na pós graduação, por meio de projetos de pesquisa voltados para as temáticas de racismo institucional, violências de gênero, saúde da mulher,  prisionização e outros.  A Conferência de Abertura será “África e Feminismo Negro: a descolonização do conhecimento”, com a Profa. Florita Cuhanga de Kinjango, no dia 26 de setembro, 16h, e as aulas seguem até o dia 1º de outubro. As outras pesquisadoras participantes serão Zelinda Barros, Ana Flauzina, Denize Ribeiro, Claudia Pons, Ana Claudia Pacheco, Denise Carrascosa e Emanuelle Góes. Florita Cuhanga nasceu em Angola e é doutoranda no Programa de Pós Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero, e Feminismo da Universidade Federal da Bahia, pesquisando o feminismo africano, a partir do pensamento pós e decolonial. A pesquisadora explica que seu trabalho visa realçar a produção e o modo...

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Postado por em 23/09 em Mulher

Declaração das Mulheres Negras reunidas no Fórum de Feminismos Negros dentro do 13º Fórum da AWID na Bahia Brasil 5 e 6 de setembro de 2016 –

Declaração das Mulheres Negras reunidas no Fórum de Feminismos Negros dentro do 13º Fórum da AWID na Bahia Brasil 5 e 6 de setembro de 2016 –

1. Nós, mais de 200 feministas negras de todos os continentes e em todas nossas diversidades, reunidas no Fórum de Feminismos Negros, sob o lema “os caminhos que percorremos juntas”; 2. Desafiando nossas próprias fronteiras e as que se opõem a nosso crescimento como feministas felizes, saudáveis e orgulhosas e realizando nossos sonhos mais ousados de libertação para nós, nossa terra e territórios e as vidas que defendemos na diversidade de nossa negritude e nossas capacidades e identidades escolhidas; 3. Durante estes dois dias conversamos sobre o futuro, a construção dos feminismos negros globais, a transformação da justiça global, a defesa de nossos territórios, comunidades, povos, resiliência, resistência, o colonialismo, a guerra, os direitos sexuais e reprodutivos, o racismo, o sexismo, o patriarcado, a diversidade sexual, identidades de gênero, arte, violências, alianças transnacionais, aliança intergeracional, entre muitos outros temas; 4. Reconhecendo nossa espiritualidade ancestral e nossa identidade cultural como um dos pilares fundamentais para a defesa de nossos direitos individuais e coletivos; 5. Reconhecendo que as mulheres negras, depois de vários séculos de resistência ativa, ainda vivemos em condições de empobrecimento, de exclusão, de invisibilizacão e marginalização dos espaços de...

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