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Postado por em 13/03 em Mulher

Comunidades religiosas se encontram para debater intolerância e democracia

Comunidades religiosas se encontram para debater intolerância e democracia

  Projeto Mulheres de Axé organiza a 3ª roda de conversa no último sábado (11). Intolerância religiosa, laicidade do Estado, fortalecimento das crenças religiosas e dos terreiros, troca de saberes intergeracional e educação de axé foram temas debatidos na 3ª Roda de Diálogo Mulheres de Axé Contra a Intolerância Religiosa e pela Democracia, realizada pelo Odara – Instituto da Mulher Negra, no último sábado (11), no terreiro Ilê Axé Oyá Tolá, em Candeias (Ba). Durante o encontro diversas participantes afirmaram a importância das religiões de matriz africana para o fortalecimento da luta de enfrentamento ao racismo no Brasil. “A nossa religião tem um papel fundamental para sustentar nossa luta diária pela sobrevivência. O candomblé assegura força para que nós, comunidade negra, continue lutando.”, afirmou Valdecir Nascimento, coordenadora executiva do Odara. Para a yalorixá Raidalva Santos, do terreiro Ilê Axé Oyá Tolá a vivência e criação das pessoas de axé as reposiciona no mundo de forma diferente preservando os ensinamentos dxs mais velhxs, as tradições e o resguardo de uma...

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Postado por em 01/12 em Ações

Parceiros do UNFPA debatem direitos sexuais e reprodutivos em comunidades de Salvador

Parceiros do UNFPA debatem direitos sexuais e reprodutivos em comunidades de Salvador

  Em comunidades de Salvador, parceiros do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) oferecem espaços seguros para que jovens possam conversar sobre planejamento familiar e direitos sexuais É sábado pela manhã e o auditório do Centro Cultural Alagados, sede da REPROTAI — Rede de Protagonistas em Ação de Itapagipe — tem casa cheia. Na comunidade em Salvador, Bahia, a luta contra o zika tem o apoio de movimentos sociais que questionam as injustiças sociais na cidade. O encontro no final de semana é uma das ações promovidas pelo parceiro do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para debater direitos reprodutivos e sexuais com moradores de Itapagipe. “Durante todos esses anos de racismo ambiental, cultural, machismo e violação dos direitos humanos a gente ainda consegue ter filhos criados, a gente consegue levantar e trabalhar, a gente vem aqui na comunidade do Uruguai e vê jovem fazendo arte, dançando, cantando. Com todos esses anos de violação de direitos humanos a gente consegue construir formas positivas de sobrevivência”, ressalta a...

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Postado por em 22/11 em Ações

II Congresso sobre o Pensamento das Mulheres Negras no Brasil e na Diáspora Africana  -Portal Soteropreta

II Congresso sobre o Pensamento das Mulheres Negras no Brasil e na Diáspora Africana -Portal Soteropreta

“Explorar a produção de conhecimento promovida pelas mulheres negras em diferentes áreas e divulgar o pensamento destas mulheres e suas diversas atuações e linguagens no campo cultural, social e político”. Este foi o objetivo do I Congresso sobre o Pensamento de Mulheres Negras no Brasil e na Diáspora Africana, realizado, em 2014. Será nos dias 23 e 24 de novembro, na Uneb (Cabula). Agora, neste mês, chega sua II edição com mesas-redondas, apresentações de trabalho e workshops, para unir pesquisadoras/es em torno do tema “SOMOS TODAS LUIZA BAIRROS”, uma homenagem a Luiza Bairros e seu legado de ensinamentos negros e feministas no enfrentamento do racismo e sexismo. O II Congresso sobre o Pensamento das Mulheres Negras no Brasil e na Diáspora Africanareunirá alternativas de reflexão e estudos acerca das desigualdades raciais e de gênero. Nesta edição será realizado pelos coletivos e movimentos: CEGRES DIADORIM/UNEB, Criola/RJ, Grupo de Pesquisa Candaces/UNEB, Grupo de Pesquisa em Cultura, Linguagens e Educação, DEDC/Campus I e com apoio do NUPE/DEDC. A programação integra o V Kizomba, evento organizado anualmente pelo...

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Postado por em 22/11 em Mulher

Organizações antirracistas lançam o Fórum Permanente pela Igualdade Racial

Organizações antirracistas lançam o Fórum Permanente pela Igualdade Racial

Entidades negras e antirracistas lançam no próximo dia 29 de novembro (terça-feira), em Brasília, o Fórum Permanente pela Igualdade Racial (Fopir). A articulação tem como objetivo desenvolver estratégias e ações de mobilização, diagnóstico, comunicação e incidência política capazes de fortalecer o enfrentamento do racismo e a defesa das políticas de promoção da igualdade racial e de gênero. O Fopir vai buscar diálogo com governos, Ministério Público, parlamentares, operadores da Justiça, mídia e a sociedade.   No lançamento do fórum será apresentado o documento “Análise de Conjuntura do Estado brasileiro e as desigualdades sociorraciais no século XXI”. Também haverá um ato contra a intolerância religiosa e o debate “Década dos Povos Afrodescendentes: Onde estamos e para onde vamos?”.   O evento pretende reunir cerca de 120 representantes do movimento de mulheres negras e negro, Legislativo, agências do Sistema ONU, universidades, organizações sociais, de direitos humanos, estudantis, sindicatos e setores empresariais.  No dia 30 de novembro (quarta-feira), as organizações que integram o Fopir terão audiências com representantes de organizações governamentais, legislativas...

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Postado por em 27/10 em Empoderamento

DeFatoOnline – Mortes de mulheres negras aumentam em dez anos

DeFatoOnline – Mortes de mulheres negras aumentam em dez anos

ALARMANTE A violência contra a mulher branca diminuiu, mas contra a mulher negra só tem aumentado no Brasil. De acordo com o Mapa da Violência, divulgado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), de 2003 a 2013 a morte de mulheres brancas por violência diminuiu 10%, mas a morte de mulheres negras aumentou 54% em todo o País. Tal estatística foi um dos motivadores da audiência pública realizada pela Comissão de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nessa terça-feira, 25 de outubro. A coordenadora do Nzinga – Coletivo de Mulheres Negras, Benilda Regina Paiva Brito, reforçou que as questões de raça impactam a violência de gênero, sendo o racismo ainda um assunto tabu, cuja legislação é de difícil aplicação. “Todas as estatísticas são piores para nós. A Lei Maria da Penha não teve impacto sobre nossas vidas. Uma raça aumenta enquanto a outra diminui. Se você é preto e pardo e tem entre 15 e 29 anos, a sua chance de ser assassinado no Brasil aumenta...

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