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Postado por em 13/05 em Geral

SARAU DA ONÇA, EM SALVADOR, FESTEJA SEIS ANOS

O coletivo realiza II Festival de Arte e Cultura Sarau da Onça   Por Ana Paula Rosário   O Coletivo Sarau da Onça é organizado por jovens negros residentes do bairro de Sussuarana, que visam atrair jovens e adolescentes para atividades culturais na comunidade através da arte, poesia marginal e debates. Usando esses mecanismos dão voz aos jovens e denunciam as violações dos direitos da população negra em Salvador. As atividades acontecem no CENPAH – Centro de Pastoral Afro, e atrai vários jovens do bairro de Sussuarana e adjacências. Os saraus fomentam nos jovens a vontade de manifestar seus sentimentos e indignações através da poesia. Vanessa Sena, estudante de psicologia e poetisa afirma: “Na primeira vez que fui ao Sarau, me apaixonei! Vendo a poesia nas pessoas e vendo a poesia renascer em mim. Vi gritos, anseios e desejos, como os meus. E percebi que vale a pena gritar, e se entregar para a arte, e fazer de tudo isso, algo possível de transformar vidas”. São seis anos de...

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Postado por em 11/05 em Geral

Baianas fazem chamada de mobilização para o 2º Encontro Nacional de Negras Jovens

  A terceira reunião de mobilização na Bahia acontece nesta sexta-feira (12)   Está aberta a chamada para construção, mobilização e articulação do 2º Encontro Nacional de Negras Jovens Feministas (2º ENNJF), que será realizado de 06 a 09 de setembro, em São Paulo. A reunião ampliada de mobilização rumo ao encontro acontecerá na próxima sexta-feira (12), às 16h30, na sede do Odara – Instituto da Mulher Negra, Ed. Executivo, n 71, sala 713, Av. Sete (em frente ao Ed. Sulacap, quase na praça Castro Alves). Após a Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver (2015), negras jovens brasileiras de diversos estados perceberam a necessidade de realizar levantamento para saber de que maneira as negras jovens estão organizadas, e como podem atuar em rede. Surge assim a ideia da realização do 2º ENNJF. O encontro pretende fortalecer as ações de negras jovens feministas inseridas nos diferentes espaços e esferas políticos, com foco na relação intergeracional, para elaboração de estratégias de atuação capazes de...

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Postado por em 29/08 em Geral

Lanterna dos Afogados: Genocídio e Feminicídio negro

Lanterna dos Afogados: Genocídio e Feminicídio negro

Por Diosmar Filho[1] O diálogo integra o desafio de pensar a Encruzilhada ao Humanismo no Sul, não aceitando viver aBarbárie, porque sua essência é a manutenção da dimensão temporal do genocídio humano. E as recentes visitas no Recôncavo baiano contribuíram com o desafio. Começando pela visita ao Território Quilombola de São Francisco do Paraguaçu e Boqueirão[2] nas margens do Rio Paraguaçú, nas terras de Dona Maria das Dores e Altino da Cruz – sentir o prazer da luta pelo direito na terra e a transformação nos(as) sujeitos(as). Lá se vão dez anos que conheci, em Salvador, na recepção da CESE[3] Seu Altino, no encontro recebi o convite para lutar contra os grileiros das terras onde se firmou a ancestralidade dos povos africanos. Na resposta, um sim imediato! Aproveitando do momento em São Francisco, visitei o Território Quilombola de Salamina Putumuju[4], uma viagem de 35 minutos de barco – rio abaixo. Não demorei em Salamina, logo alertaram do tempo e da maré – já que sou verde para o balanço do mar. O tempo...

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Postado por em 07/07 em Geral

SEMINÁRIO, EM SALVADOR, TRATA DAS MULHERES NEGRAS NOS CAMPOS DA MÍDIA, REPRESENTAÇÃO E MEMÓRIA

                                          A atividade, organizada pelo Odara Instituto da Mulher negra, faz parte da programação da 4ª edição do Julho das Pretas Com o intuito de debater temas como representação, memória coletiva, e espaço político das mulheres negras, o Odara – Instituto da Mulher Negra realizará o “Seminário Mulheres Negras No Foco: Mídia, representação e Memória”, no Auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris), em Salvador, nos dias 7 e 8 de julho. As inscrições para o seminário podem ser realizadas através do email: julhodaspretas2016@gmail.com  até o dia 29 de junho. O evento faz parte da programação da 4ª edição do Julho das Pretas, na Bahia, e vai debater sobre as mulheres negras e o acesso ao direito à comunicação, representação política, construção dos discursos e narrativas de luta negra e feminista, estratégias e desafios para assegurar o registro e memória da história desta população. O objetivo do seminário...

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Postado por em 27/06 em Ações, Geral

SEMINÁRIO, EM SALVADOR, TRATA DAS MULHERES NEGRAS NOS CAMPOS DA MÍDIA, REPRESENTAÇÃO E MEMÓRIA

SEMINÁRIO, EM SALVADOR, TRATA DAS MULHERES NEGRAS NOS CAMPOS DA MÍDIA, REPRESENTAÇÃO E MEMÓRIA

A atividade, organizada pelo Odara Instituto da Mulher negra, faz parte da programação da 4ª edição do Julho das Pretas Com o intuito de debater temas como representação, memória coletiva, e espaço político das mulheres negras, o Odara – Instituto da Mulher Negra realizará o “Seminário Mulheres Negras No Foco: Mídia, representação e Memória”, no Auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris), em Salvador, nos dias 7 e 8 de julho. As inscrições para o seminário podem ser realizadas através do email: julhodaspretas2016@gmail.com  até o dia 28 de junho. O evento faz parte da programação da 4ª edição do Julho das Pretas, na Bahia, e vai debater sobre as mulheres negras e o acesso ao direito à comunicação, representação política, construção dos discursos e narrativas de luta negra e feminista, estratégias e desafios para assegurar o registro e memória da história desta população. O objetivo do seminário é entender e traças caminhos de construção de imagem e discursos contra hegemônicos sobre as mulheres negras nas diferentes linguagens de...

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Postado por em 21/03 em Geral

NÃO SOU UMA MULHER? MULHERES NEGRAS: GENTE OU BICHO?

NÃO SOU UMA MULHER? MULHERES NEGRAS: GENTE OU BICHO?

  Por Emanuelle Goes  “Aquele homem ali diz que mulheres têm que ser ajudadas para subir nas carruagens, e levantadas sob as valetas, e ter o melhor lugar onde seja. Ninguém nunca me ajuda a subir em carruagens, ou sobre lamaçais, ou me dá lugar melhor nenhum! Não sou eu uma mulher? Eu dei à luz treze crianças, e vi quase todas serem vendidas para escravização, e quando eu chorei meu pesar de mãe, ninguém além de Jesus me ouviu! Não sou eu uma mulher?”  (Sojourner Truth, 1851)**  Evocando o discurso de Sojourner de 1851, começo a minha reflexão sobre o que somos, alem de um saco preto arrastado no asfalto.  Já se passaram dois anos e é como se nada tivesse acontecido, faz dois anos que Claudia Ferreira foi assassinada brutalmente, sendo arrastada como um saco preto sobre o asfalto. Mulher negra será que é gente? Os direitos humanos são para nós? Toda vez que vejo a imagem de Claudia sendo arrastada como saco pelo carro da policia...

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