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Postado por em 15/03 em Geral, Mulher

Veto Já!

Veto Já!

CONTRA O GOLPE EM NOSSOS CORPOS E DIREITOS CONTRA O RETROCESSO, O RACISMO, A VIOLÊNCIA E PELO BEM VIVER O Congresso Nacional aprovou no último dia 9 de março, o Projeto de Conversão nº 25 de 2015, referente às alterações propostas na Medida Provisória (MP) nº 696 de 2015, que trata da reforma administrativa e demonstrou mais uma vez, seu total desrespeito e descompromisso com as mulheres brasileiras. Assistimos perplexas a retirada da expressão “incorporação da perspectiva de gênero”, das atribuições da Secretaria de Políticas para as Mulheres, do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos, assim como, a especificação de um determinado acordo internacional datado de 1969, a Convenção Americana de Direitos Humanos, em detrimento das demais Convenções, Acordos e Tratados Internacional de Direitos Humanos que o Brasil ratificou nas últimas cinco décadas. A afronta do Congresso Nacional ao estado democrático de direito, realizado por parlamentares representantes do conservadorismo e do fundamentalismo, que desejam a constituição de um estado teocrático tem provocado estabilidade política...

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Postado por em 09/03 em Geral

A questão das mulheres negras precisa ser central

A questão das mulheres negras precisa ser central

Sueli Carneiro já nos ensinou em “Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero”, que quando falamos de mulheres, é necessário se fazer a pergunta: de quais mulheres estamos falando? Mulheres não pode ser uma categoria única e universal. Por Djamila Ribeiro, no Blog da Boitempo  Se pararmos para olhar a história hegemônica do feminismo, percebemos certo apagamento das vozes das mulheres negras nessa história. Há compêndios e livros sobre a história das mulheres no Brasil nos quais não há capítulos sequer falando sobre feminismo negro ou mulheres negras. A teoria feminista surge como forma de criticar e refutar uma epistemologia masculinista, estudos e pesquisas formulados tendo como base o homem e relegando a mulher o lugar de outro. A inserção do gênero1 como categoria de análise científica, além de ser importante para a construção de novos pensamentos, foi um ato político. Há uma dimensão política nessas teorias porque são pensadas a entender e enfrentar a opressão histórica das mulheres,...

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Postado por em 08/03 em Geral

Nossos Passos Vêm de Longe: Mulheres Negras em Marcha no Brasil – Odara – Instituto da Mulher Negra

Nossos Passos Vêm de Longe: Mulheres Negras em Marcha no Brasil – Odara – Instituto da Mulher Negra

Por Odara – Instituto da Mulher Negra   Um legado de luta, foi isso que, nós, mulheres negras apresentamos na Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver realizada no dia 18 de novembro de 2015. Foram mais de 50 mil mulheres negras dos quatro cantos do país, quilombolas, jovens, trabalhadoras rurais, domésticas, lésbicas, trans, mães, irmãs, filhas, netas denunciando com suas bandeiras num só eco o sistema e a lógica de racista, sexista, intolerante, homolesbofobica que impera neste país, além da subalternidade, marginalização e opressão a que as mulheres negras são submetidas, sustentando ao longo da história o modelo excludente e desenvolvimentista do Brasil. Foi o momento de gritar contra o impacto negativo que as desiguais raciais e de gênero provocam na vida das mais de 49 milhões de mulheres negras desse país.   Denunciamos o genocídio da juventude e da população negra; O mercado de trabalho racista, porque ainda temos menor renda e vivemos em situação precária de trabalho; O racismo institucional, que...

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Postado por em 12/11 em Geral

ENTREVISTA COLETIVA: MULHERES NEGRAS MARCHAM EM BRASÍLIA PELO FIM DA VIOLÊNCIA, CONTRA O RACISMO E PELO BEM VIVER

ENTREVISTA COLETIVA: MULHERES NEGRAS MARCHAM EM BRASÍLIA PELO FIM DA VIOLÊNCIA, CONTRA O RACISMO E PELO BEM VIVER

  MULHERES NEGRAS MARCHAM EM BRASÍLIA PELO FIM DA VIOLÊNCIA, CONTRA O RACISMO E PELO BEM VIVER Grupo será recebido pela presidenta Dilma Rousseff O comitê impulsor baiano da mobilização nacional para a I Marcha de Mulheres Negras, que acontecerá no dia 18 de novembro, em Brasília, convida os jornalistas baianos para uma entrevista coletiva, na qual esclarecerão os temas que serão apresentadas à presidenta Dilma no próximo dia 18, entre eles os índices expressos pelo Mapa da Violência 2015. Ação acontecerá dia 13 de novembro, às 9h, no espaço do Centro de Estudos Afros Orientais (CEAO) – Largo 2 de julho. De acordo com a pesquisa, publicada na última segunda-feira (9), a Região Nordeste ocupa lugar de destaque pelo elevado crescimento das taxas de homicídio contra mulheres: crescimento de 79,3% em dez anos. A Bahia é o terceiro estado onde esse tipo de violência mais cresce. A I Marcha de Mulheres Negras tem como um dos principais objetivos pactuar a implementação de ações concretas para o enfrentamento e...

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