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Postado por em 18/03 em Geral, Mulher

“Não me venha falar da malícia de toda mulher1”: Ou: sintetizando dor e reconhecendo as “delícias” de sobreviver a ela.

“Não me venha falar da malícia de toda mulher1”: Ou: sintetizando dor e reconhecendo as “delícias” de sobreviver a ela.

“Não me venha falar da malícia de toda mulher”: Ou: sintetizando dor e reconhecendo as “delícias” de sobreviver a ela.   Por Luciana Pinto Em memória de Ana Luísa Fagundes, minha amiga tão querida. Que se estiver vendo isso de algum lugar, estará feliz em ver reforçadas nossas lutas e aprendizados. Para Marcelo Matos, que criou só pra mim a ideia de como é ter amor de irmão. Para Moya, amiga d’além-mar, que me fez os primeiros curativos. Salvador, BA, maio de 2013.   Há um ano e dez meses atrás fui estuprada em uma praia. Estava com um casal querido, e fomos “amistosamente” abordados por um nativo, que pouco tempo depois nos apontou uma arma, dando-nos apenas o espaço da companheira de meu amigo fugir para buscar ajuda. O alvo era eu. Não era um assalto. Com o passar do tempo, o que parecia um duelo de machos teve seus rumos mudados. Não sei com que inspiração consegui negociar minha vida e certo grau de integridade física. O...

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Postado por em 08/03 em Geral, Mulher

Negras Marcham Rumo à Brasília 2015 – Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver

Negras Marcham Rumo à Brasília 2015 – Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver

Por Benilda Brito Odara- Instituto da Mulher Negra   “ Nos pesadelos ‘pós-coloniais’. A deriva contemporânea é um labirinto… Parece        que nem Durban, nem Obama, nem as novas revoltas negras na Europa são capazes de nos fazer erguer os olhos para ver algo além dos muros com pontas de ferro … Mas jovens negros e negras recomeçam e plantam novas utopias no presente, sonhos quentes, sementes fecundas de mentes e corpos negros…que jogam pólem no futuro-flor da humanidade.” Por Salloma Solamão, Capulanas – Cia de Artes negras de SP. Engoma, dos pes à cabeça, os quintais que sou ..   A circularidade, assim como a ancestralidade, a memória e a oralidade são alguns dos inúmeros valores civilizatórios africanos que vivenciamos todos os dias. De uma forma explícita e determinada ratificamos os ensinamentos das nossas ancestrais legitimando cada vez mais a sabedoria e perspicácia ensinada  diante das armadilhas do racismo e do sexismo ao longo da nossa vida feminina negra. Vovó Benigna me ensinou muitas coisas. Entre elas gostar de ser...

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Postado por em 13/11 em Geral

Copa 2014 – O que as mulheres têm a ver com isso?

Copa 2014 – O que as mulheres têm a ver com isso?

Por Maria José Santos Oliveira Quando te perguntam de cara o que as mulheres têm a ver com a copa 2014, o primeiro impulso é responder: Nada! Absolutamente nada! Pois a copa é um negócio de grandes corporações. A FIFA como toda grande corporação se instala em um determinado local para auferir lucro e não desenvolve o território porque grandes corporações têm suas cadeias de produção de maneira a lhes garantir maiores lucros. Desta forma, não serão as pequenas empresas ou grupos locais que prestarão serviços para o evento. Pode-se argumentar que estes grupos de produção não têm ‘know-how’ ou expertise para produzir ou garantir a qualidade dos produtos em grandes eventos, entretanto temos experiências bem sucedidas. A jornalista Naiara Leite, afirma que, a Rede de Economia Solidária da Bahia, que foi responsável pela alimentação na Cúpula dos Povos, um evento que teve cerca 20 mil pessoas por dia no Rio de Janeiro em 2012, não teve êxito na avaliação da Secopa para fornecer alimentação para os trabalhadores da...

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Postado por em 16/10 em Geral

Outubro Rosa para todas: acesso desigual entre mulheres negras e brancas aos exames de mama

Outubro Rosa para todas: acesso desigual entre mulheres negras e brancas aos exames de mama

Por Emanuelle Goes* Outubro Rosa, mês de mobilização pelo acesso das mulheres aos exames de mama, que estão incluídos o clinico das mamas e a mamografia, no entanto a realização destas exames é precário para todas as mulheres no Pais, sendo que as mulheres negras do norte- nordeste são as que mais sofrem com essa impacto. De acordo com o IBGE a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicilio – Suplemento saúde (2008) apresentou esse quadro de desigualdades. Podemos observar nas figuras abaixo como o processo das desigualdades raciais no acesso aos serviços de saúde permanece em todas as regiões do País. As figuras revelam as mulheres que nunca realizaram o exame clinico das mamas e a mamografia. E são as mulheres pretas e pardas do norte e nordeste que tem o maior percentual das que nunca realizaram tanto o clínico, quanto a mamografia. O fato de, até o presente, não se dispor de meios de prevenção primária para o câncer implica em que as medidas de diagnóstico precoce ou...

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Postado por em 10/06 em Ações, Geral

Inscrições abertas para o XIII Colóquio Internacional de Direitos Humanos

Inscrições abertas para o XIII Colóquio Internacional de Direitos Humanos

Escrito por  Thais Mendes Iannarelli O XIII Colóquio Internacional de Direitos Humanos está com suas inscrições abertas até o dia 7 de julho. O tema central desta edição é “Uma nova ordem global em direitos humanos? Atores, desafios e oportunidades”. O encontro acontecerá de 12 a 19 de outubro de 2013, em São Paulo, com o objetivo de fortalecer o trabalho e promover a troca de experiências entre ativistas e organizações de direitos humanos de África, Ásia e América Latina. A cada dia do colóquio será discutido um eixo diferente: multipolaridade, incoerências, economia, sistemas e sociedade civil. Serão selecionados participantes que tenham experiência na área de direitos humanos e contato com ao menos um dos eixos a serem tratados no XIII Colóquio. Os candidatos poderão requerer bolsas parciais ou integrais, que serão concedidas ou não após análise do Comitê de Seleção. http://www.inscricoescoloquio.com.br...

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