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Postado por em 12/04 em Mulher

Negras Jovens da Bahia fazem chamada de mobilização para o 2º Encontro Nacional de Negras Jovens Feministas

Negras Jovens da Bahia fazem chamada de mobilização para o 2º Encontro Nacional de Negras Jovens Feministas

O evento será realizado entre 06 e 09 de setembro, em São Paulo. Os núcleos de mobilização já estão em articulação nos estados Preta!!! Participe! Vamos juntas! Está aberta a chamada para construção, mobilização e articulação do 2º Encontro Nacional de Negras Jovens Feministas (2º ENNJF), que será realizado de 06 a 09 de setembro, em São Paulo. Em Salvador, a reunião ampliada de mobilização rumo ao encontro acontecerá no dia 19 de abril, das 18h às 21h, na sede da Sociedade Protetora dos Desvalidos (SPD), no Pelourinho. Contexto –  Após a Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver (2015), negras jovens brasileiras se reuniram para trocar experiência sobre sua construção coletiva a partir do feminismo negro e avaliar o impacto da Marcha nos seus estados durante a realização do 13º Fórum Internacional da AWID, na Costa do Sauípe/BA. Dentre as muitas demandas apresentadas pelas jovens presentes na reunião duas propostas foram avaliadas como mais relevantes no contexto atual: realizar levantamento para saber...

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Postado por em 13/03 em Mulher

Comunidades religiosas se encontram para debater intolerância e democracia

Comunidades religiosas se encontram para debater intolerância e democracia

  Projeto Mulheres de Axé organiza a 3ª roda de conversa no último sábado (11). Intolerância religiosa, laicidade do Estado, fortalecimento das crenças religiosas e dos terreiros, troca de saberes intergeracional e educação de axé foram temas debatidos na 3ª Roda de Diálogo Mulheres de Axé Contra a Intolerância Religiosa e pela Democracia, realizada pelo Odara – Instituto da Mulher Negra, no último sábado (11), no terreiro Ilê Axé Oyá Tolá, em Candeias (Ba). Durante o encontro diversas participantes afirmaram a importância das religiões de matriz africana para o fortalecimento da luta de enfrentamento ao racismo no Brasil. “A nossa religião tem um papel fundamental para sustentar nossa luta diária pela sobrevivência. O candomblé assegura força para que nós, comunidade negra, continue lutando.”, afirmou Valdecir Nascimento, coordenadora executiva do Odara. Para a yalorixá Raidalva Santos, do terreiro Ilê Axé Oyá Tolá a vivência e criação das pessoas de axé as reposiciona no mundo de forma diferente preservando os ensinamentos dxs mais velhxs, as tradições e o resguardo de uma...

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Postado por em 22/11 em Mulher

Organizações antirracistas lançam o Fórum Permanente pela Igualdade Racial

Organizações antirracistas lançam o Fórum Permanente pela Igualdade Racial

Entidades negras e antirracistas lançam no próximo dia 29 de novembro (terça-feira), em Brasília, o Fórum Permanente pela Igualdade Racial (Fopir). A articulação tem como objetivo desenvolver estratégias e ações de mobilização, diagnóstico, comunicação e incidência política capazes de fortalecer o enfrentamento do racismo e a defesa das políticas de promoção da igualdade racial e de gênero. O Fopir vai buscar diálogo com governos, Ministério Público, parlamentares, operadores da Justiça, mídia e a sociedade.   No lançamento do fórum será apresentado o documento “Análise de Conjuntura do Estado brasileiro e as desigualdades sociorraciais no século XXI”. Também haverá um ato contra a intolerância religiosa e o debate “Década dos Povos Afrodescendentes: Onde estamos e para onde vamos?”.   O evento pretende reunir cerca de 120 representantes do movimento de mulheres negras e negro, Legislativo, agências do Sistema ONU, universidades, organizações sociais, de direitos humanos, estudantis, sindicatos e setores empresariais.  No dia 30 de novembro (quarta-feira), as organizações que integram o Fopir terão audiências com representantes de organizações governamentais, legislativas...

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Postado por em 27/09 em Mulher

Feministas comentam importância da ação #PrecisamosFalarSobreAborto 24 h

Feministas comentam importância da ação #PrecisamosFalarSobreAborto 24 h

Texto de Thaís Campolina 28 de setembro é o dia de luta pela descriminalização do aborto na América Latina e Caribe. A data foi definida em 1990, na Argentina, durante o 5º Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho e desde então feministas tem organizado ações, campanhas e debates sobre o assunto durante a data e períodos próximos. Think Olga, Gorda&Sapatão, Justificando e nós, do Ativismo de Sofá, organizamos a ação #PrecisamosFalarSobreAborto 24 horas, que consiste numa virada online feminista que começará às 00:00 do dia 28 e terminará só com o último live às 00:00 do dia 29 de setembro. Nesse período, organizações, coletivos, páginas, blogues, pesquisadoras e pessoas públicas farão transmissões online através do facebook, divulgarão textos sobre o assunto e vídeos já gravados, utilizando a hashtag que nomeia a campanha. A programação das transmissões ao vivo contam com nomes como Clara Averbuck,Karina Buhr, Djamila Ribeiro, Debora Diniz, Marcia Tiburi, Ana Lucia Keunecke,Melania Amorim, Silvia Badim e coletivos/organizações/sites como MinasNerds, Revista Azmina, Rede Feminista de Juristas, Maternativa, ONU Mulheres e Catarinas....

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Postado por em 23/09 em Mulher

Declaração das Mulheres Negras reunidas no Fórum de Feminismos Negros dentro do 13º Fórum da AWID na Bahia Brasil 5 e 6 de setembro de 2016 –

Declaração das Mulheres Negras reunidas no Fórum de Feminismos Negros dentro do 13º Fórum da AWID na Bahia Brasil 5 e 6 de setembro de 2016 –

1. Nós, mais de 200 feministas negras de todos os continentes e em todas nossas diversidades, reunidas no Fórum de Feminismos Negros, sob o lema “os caminhos que percorremos juntas”; 2. Desafiando nossas próprias fronteiras e as que se opõem a nosso crescimento como feministas felizes, saudáveis e orgulhosas e realizando nossos sonhos mais ousados de libertação para nós, nossa terra e territórios e as vidas que defendemos na diversidade de nossa negritude e nossas capacidades e identidades escolhidas; 3. Durante estes dois dias conversamos sobre o futuro, a construção dos feminismos negros globais, a transformação da justiça global, a defesa de nossos territórios, comunidades, povos, resiliência, resistência, o colonialismo, a guerra, os direitos sexuais e reprodutivos, o racismo, o sexismo, o patriarcado, a diversidade sexual, identidades de gênero, arte, violências, alianças transnacionais, aliança intergeracional, entre muitos outros temas; 4. Reconhecendo nossa espiritualidade ancestral e nossa identidade cultural como um dos pilares fundamentais para a defesa de nossos direitos individuais e coletivos; 5. Reconhecendo que as mulheres negras, depois de vários séculos de resistência ativa, ainda vivemos em condições de empobrecimento, de exclusão, de invisibilizacão e marginalização dos espaços de...

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