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Postado por em 27/09 em Mulher

Feministas comentam importância da ação #PrecisamosFalarSobreAborto 24 h

Feministas comentam importância da ação #PrecisamosFalarSobreAborto 24 h

Texto de Thaís Campolina 28 de setembro é o dia de luta pela descriminalização do aborto na América Latina e Caribe. A data foi definida em 1990, na Argentina, durante o 5º Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho e desde então feministas tem organizado ações, campanhas e debates sobre o assunto durante a data e períodos próximos. Think Olga, Gorda&Sapatão, Justificando e nós, do Ativismo de Sofá, organizamos a ação #PrecisamosFalarSobreAborto 24 horas, que consiste numa virada online feminista que começará às 00:00 do dia 28 e terminará só com o último live às 00:00 do dia 29 de setembro. Nesse período, organizações, coletivos, páginas, blogues, pesquisadoras e pessoas públicas farão transmissões online através do facebook, divulgarão textos sobre o assunto e vídeos já gravados, utilizando a hashtag que nomeia a campanha. A programação das transmissões ao vivo contam com nomes como Clara Averbuck,Karina Buhr, Djamila Ribeiro, Debora Diniz, Marcia Tiburi, Ana Lucia Keunecke,Melania Amorim, Silvia Badim e coletivos/organizações/sites como MinasNerds, Revista Azmina, Rede Feminista de Juristas, Maternativa, ONU Mulheres e Catarinas....

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Postado por em 23/09 em Mulher

Declaração das Mulheres Negras reunidas no Fórum de Feminismos Negros dentro do 13º Fórum da AWID na Bahia Brasil 5 e 6 de setembro de 2016 –

Declaração das Mulheres Negras reunidas no Fórum de Feminismos Negros dentro do 13º Fórum da AWID na Bahia Brasil 5 e 6 de setembro de 2016 –

1. Nós, mais de 200 feministas negras de todos os continentes e em todas nossas diversidades, reunidas no Fórum de Feminismos Negros, sob o lema “os caminhos que percorremos juntas”; 2. Desafiando nossas próprias fronteiras e as que se opõem a nosso crescimento como feministas felizes, saudáveis e orgulhosas e realizando nossos sonhos mais ousados de libertação para nós, nossa terra e territórios e as vidas que defendemos na diversidade de nossa negritude e nossas capacidades e identidades escolhidas; 3. Durante estes dois dias conversamos sobre o futuro, a construção dos feminismos negros globais, a transformação da justiça global, a defesa de nossos territórios, comunidades, povos, resiliência, resistência, o colonialismo, a guerra, os direitos sexuais e reprodutivos, o racismo, o sexismo, o patriarcado, a diversidade sexual, identidades de gênero, arte, violências, alianças transnacionais, aliança intergeracional, entre muitos outros temas; 4. Reconhecendo nossa espiritualidade ancestral e nossa identidade cultural como um dos pilares fundamentais para a defesa de nossos direitos individuais e coletivos; 5. Reconhecendo que as mulheres negras, depois de vários séculos de resistência ativa, ainda vivemos em condições de empobrecimento, de exclusão, de invisibilizacão e marginalização dos espaços de...

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Postado por em 29/08 em Mulher

Carta para Mulheres Negras: Qual futuro que queremos?

Carta para Mulheres Negras: Qual futuro que queremos?

Por Luciana Brito O feminismo negro surgiu para mim como resposta a um vazio, que era provocado por um não lugar. A sofisticação do debate das mulheres negras feministas foi a resposta que faltava para que eu entendesse que as minhas peculiaridades não envolviam, por exemplo, o direito ao mercado de trabalho. A experiência das mulheres negras nas Américas perpassa pela exploração dos nossos corpos em todos os níveis. Como bem mostrou Angela Davis em Mulher, Raça e Classe, as mulheres negras nas Américas, desde sempre foram trabalhadoras escravizadas ou libertas. Em relação às noções de trabalho apropriado “para uma mulher”, devido ao corpo feminino ser supostamente mais frágil, tais convenções de gênero não se aplicavam a nós. Mulheres negras trabalharam nas lavouras, no trabalho pesado das cidades, pouco importa se doentes, se grávidas ou se eram meninas. Como mulher negra, jovem e trabalhadora, o desemprego, ou o trabalho precário, era um problema. A nossa experiência no mundo do trabalho é marcado por condições desiguais de pagamento de salário,...

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Postado por em 23/08 em Mulher

Carta para as Mulheres Negras: NÃO É NÃO

Carta para as Mulheres Negras: NÃO É NÃO

Por Maria Laura Santos Atualmente no Brasil, muitas mulheres são violentadas seja doméstica ou sexualmente. Elas saem dessa história feridas, com vergonha e com sua integridade ‘’comprometida’’, porque na maior parte das vezes é ela quem leva a culpa. Já o seu agressor, muitas vezes, não é nem procurado pela polícia e sai impune da situação. Como em pleno século XXI acontece uma atrocidade dessas? Segundo os cientistas, com o passar dos anos a mente humana deveria evoluir, mas o que vemos é um caso sério de regressão. As práticas machistas podem ser encontradas nas músicas que fazem apologia à invasão do corpo das mulheres, nos advogados que fazem perguntas pessoais demais para a comprovação do crime, como se ela fosse mentir sobre isso. E em tantas outras coisas que passam despercebidas, porque se tornaram normais demais pra gente. A questão principal, é que não cabe somente às mulheres lutar por seus direitos. É preciso que a sociedade se desfaça de seus pensamentos machistas e passe a olhar para...

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Postado por em 29/07 em Mulher

Carta para mulheres negras: “Se é que existe reencarnações, eu quero voltar sempre preta.”

Carta para mulheres negras: “Se é que existe reencarnações, eu quero voltar sempre preta.”

*Por Ana Paula Rósario  Nascida em Itabuna (BA) eu, Ana Paula Rosário, filha de dona Maria José Santos, irmã de Poliana Rosário, tia de Ana Clara, Ana Carolayne  e Thifanny Vitória (cinco dias de nascida), uma família de mulheres negras. Vim de Itabuna para Salvador aos 16 anos, em 2012 e não foi uma viagem planejada, mas sim uma viagem cheia de medo e tristeza. Medo por não saber para onde viria e pela tristeza de largar minha família sem saber quando iria poder voltar, esse foi o resultado das minhas escolhas, do envolvimento com drogas. Menina que já tinha vivido de tudo um pouco, cumpria medida sócio educativa e ao passar do tempo as pessoas que mim acompanhava (Equipe técnica CMSOED RECANTO) acreditava que seria possível a minha resiliência, em meio as idas e vindas acabei sendo ameaçada de morte, por uma pessoa que um dia eu amei, esse foi o maior choque de realidade que eu já tive em toda minha vida, choque esse que mim fez/faz...

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