Boletim Informativo do Odara (Setembro\Outubro) – Papo de Preta!



Publicado em: 22 de nov de 2018

 

REDE DE MULHERES AFRO-LATINO-AMERICANAS, AFRO-CARIBENHAS E DA DIÁSPORA ELEGE NOVA COORDENAÇÃO

De 10 a 14 de outubro, a Rede de Mulheres Afro-latino-americanas, Afro-caribenhas e da Diáspora realizou o Fórum Internacional “A Quatro Anos do Decênio: Alcances e Desafios do Observatório da Plataforma Política das Mulheres Afrodescendentes”, em Cali, na Colômbia. A atividade contou com representantes do Brasil, Belize, Guatemala, Honduras, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, México, Colômbia, Venezuela, Equador, Peru, Bolívia, Uruguai, Argentina, Chile, Cuba, República Dominicana, Haiti, Porto Rico e Estados Unidos.

Confira matéria  completa e muito mais no Boletim Odara Papo de Preta

 


REVISTA AFIRMATIVA LANÇA 3ª EDIÇÃO NO NOVEMBRO NEGRO, EM SALVADOR, EM HOMENAGEM AS JUVENTUDES NEGRAS



Publicado em: 14 de nov de 2018

O coletivo de mídia negra lançará também um novo portal e uma série de vídeos

A juventude negra protagoniza e tece as linhas que dão vida a 3ª edição da Revista Afirmativa. O lançamento acontece nesta quarta (21), às 18h, no Jardim das Delicias, no Pelourinho. Além do lançamento da revista impressa, a programação conta com a estreia do novo portal online e da série “A Juventude Negra Comunica o Direito à Vida”, além de um pocket show com Zinha e Makena.

A 3ª edição da Revista é fruto do projeto “A Juventude Comunica o Direito a Vida”, que objetiva resgatar as histórias de vidas abreviadas e reduzidas em estatísticas e problematizar as diversas formas de violências que atingem a juventude negra brasileira. A iniciativa realizou um concurso para jovens negros jornalistas recém-formados e estudantes de jornalismo de todo Brasil e premiou os três primeiros selecionados, que terão seus textos publicados no portal. Já o material selecionado em primeiro lugar também será veiculado na edição impressa. A revista será distribuída gratuitamente no local.

O concurso também selecionou três roteiros para produção de uma vídeo-série, que será lançada no Youtube, Vimeo e exibida no lançamento. A série conta com três episódios sobre formas de resistência da juventude negra: Ep 1- Fancha, dirigido por Izzadora Sá, sobre lésbicas negras e de periferia. Ep 2: De Quebrada, dirigido por Icaro Jorge, sobre a ocupação de espaços públicos de Salvador pela Juventude Negra. Ep 3 – Corpos violentos ou vialodos? – dirigido por Marcelo Ricardo, sobre masculinidades negras.

A frente do projeto “A Juventude Comunica o Direito a Vida”, a Revista Afirmativa é um coletivo de mídia negra criado em 2013, que protagoniza ações sociais pelos direitos da juventude, direito à livre comunicação e à cultura. O projeto contou com a parceria do Odara Instituro da Mulher Negra, Coletivo de Cinema Negro Tela Preta, Estúdio Eban, Herdeira da Beleza, entre outros.

“A revista nasce de uma proposta coletiva e vem se mantendo há quase cinco anos desta mesma forma. Este projeto é fruto do esforço de muita gente, de organizações, coletivos, pessoas que acreditam na importância da mídia negra para a resistência do povo negro. A Afirmativa fortalece uma frente de veículos da mídia negra baiana que atua junto com os movimentos”, declara Alane Reis, uma das editoras da revista.

A campanha de divulgação do projeto celebra a atuação de comunicadores negros. André Luís Santana, Camila de Moraes, Jamile Menezes, Juliana Dias, Luciane Neves, Maíra Azevedo, Midiãn Noelle, Mônica Santana, Monique Evelle, Naiara Oliveira, Rita Batista, Vânia Dias, Valéria Lima e Yuri Silva são os profissionais que compartilharam suas imagens, trajetórias e opiniões para fortalecer e dar vida a iniciativa.

SERVIÇO

O QUÊ: Lançamento da 3ª Edição, Portal Afirmativa e série “A Juventude Negra Comunica o Direito à Vida” + Pocket Show de Zinha e Makena

QUANDO: 21/1,1 às 18h

ONDE: Jardim das Delicias – Pelourinho, R. João de Deus. N 12

QUANTO: Grátis, com distribuição da revista.


Oficinas de formação fortalece debate sobre violência doméstica em Salvador



Publicado em: 13 de nov de 2018

O mês de Novembro é conhecido pelas suas agendas de luta contra o racismo e de combate à violência contra as mulheres. É um mês de ampla mobilização das organizações do movimento negro e de mulheres  nacional e internacionalmente, a fim, de informar e sensibilizar toda a sociedade para os problemas e questões relativas  a luta de combate ao racismo, a violência e todas as formas de opressão que atinge a população negra.

Este ano o Odara – Instituto da Mulher Negra em parceria com o Centre de Estudos da Relações Raciais de Trabalho e Desigualdades (CEERT) vai realizar oficinas formativas,  nos dia 28 de novembro e 13 de dezembro, para  problematizar e debater o seguinte tema: Violência Domestica: O que os profissionais de saúde tem a ver com isso?

A ação tem como foco ampliar o diálogo sobre a temática  com ativistas dos movimentos de mulheres negras, feministas, LBT, pesquisadoras, profissionais de saúde e estudantes.

Para participar  basta fazer a inscrição nos links disponibilizados abaixo.

Venha debater com a gente.

Link inscrição oficina 28/11 – 

https://goo.gl/forms/ZwHdJfVrFoVRrcsH2

Link inscrição oficina 13/12 – 

https://goo.gl/forms/ELgjGCpMCWmlc1Rm1

Para mais informações sobre as oficinas, ligue para: 71.3561.2870


ENCONTRO DE MULHERES NEGRAS DA REGIÃO NORDESTE REALIZA ATIVIDADE ABERTA AO PÚBLICO EM PERNAMBUCO



Publicado em: 06 de nov de 2018

A atividade tem como foco debater conjuntura política no Brasil

Centenas de ativistas e movimentos de mulheres negras dos nove estados da Região Nordeste se encontram no próximo final de semana o Encontro Regional de Mulheres Negras da Região Nordeste, que terá a mesa de abertura, com o tema: “Análise de conjuntura: Mulheres Negras Movem o Brasil – Desafios e projetos políticos”. A mesa, que será aberta ao público, acontecerá em Recife – Pe, no Sindicato dos bancários, na R. Manoel Borba, 564.

O objetivo da atividade é refletir sobre os processos políticos nacionais, quais impactos e formas de participação política das mulheres negras da Região Nordeste, e em articulação nacional. O encontro Regional Nordeste é uma das etapas de mobilização rumo ao Encontro Nacional de Mulheres Negras + 30: Contra o racismo, a violência e pelo Bem viver, que acontecerá em dezembro deste ano, em Goiânia.

O encontro está sendo organizado pela Articulação de Organizações de Mulheres Negras do Brasil (AMNB) e pela Rede de Mulheres Negras do Nordeste.

O QUÊ: ENCONTRO REGIONAL DE MULHERES NEGRAS DO NORDESTE
QUANDO: Sexta-feira (9 de novembro), às 18h.
ONDE: Sindicato dos bancários, na R. Manoel Borba, 564.


MANIFESTO BRASIL SEM RACISMO: POVO NEGRO EM MOVIMENTO



Publicado em: 27 de out de 2018

Por todos os meios necessários!”

(Malcom X)

 

O Manifesto Brasil Sem Racismo expressa a posição dos diversos coletivos, organizações, entidades e militantes do Movimento Negro sobre o momento político nacional.

 

O Brasil é o país mais negro do mundo fora de África e o último a abolir a escravidão nas Américas. Temos uma população negra estimada em 104 milhões de pessoas, entre jovens, adultos, crianças, idosos, mulheres, homens, cys e trans… representando 54% do total da população, segundo dados do PNAD/2016.

 

Esta população é responsável pela produção de grande parte da riqueza desse país. Entretanto, é quem menos se beneficia da riqueza produzida. Isso se chama RACISMO, ideologia que estrutura todas as nossas relações, inclusive as institucionais.

 

A população negra, ao longo da história, sempre protagonizou a luta contra a ordem colonizadora, escravocrata, imperialista e opressora, em busca de liberdade, direitos e do bem viver. A resistência negra ocorreu de ponta a ponta no país e de cabo a rabo da nossa história. Foram levantes, revoltas, movimentos abolicionistas, organizações de assistência social, congregações religiosas, aquilombamentos e a manutenção do patrimônio cultural de matriz africana.

 

Apesar do modo como os africanos chegaram ao Brasil: sequestrados, subtraídos de suas famílias, trazidos nos tumbeiros, em condições sub-humanas, sem mala nem cuia, expostos a sol e chuva, chicote e bala… Apesar disso, o legado civilizatório deste povo estruturou a forma de pensar, o modo de fazer, de cultuar, de plantar, de falar, de criar, de comer e de festejar no Brasil.

 

Tudo isso não foi suficiente para garantir nossa cidadania e inclusão social. Continuamos cidadãos de segunda categoria, sem eira nem beira. Na dança da política institucional brasileira, sempre fomos barrados no baile. Tanto nos tempos ditatoriais quanto na nossa curta experiência de democracia. Isso porque o racismo determinou as relações sociais, políticas e econômicas no país, garantindo a exclusão da população negra dos diversos espaços de visibilidade, participação e poder.

 

Um Projeto de nação fascista, racista, sexista, LGBTFóbico e xenofóbico, mais uma vez nos ameaça e põe em risco a nossa existência enquanto povo. No entanto, continuamos resistindo e lutando por uma sociedade democrática, inclusiva e sem racismo. Nem escravidão, nem ditadura! O Brasil não voltará ao que já foi um dia. Não negaremos a nossa identidade, as nossas formas de amar, de ver e de estar no mundo.

 

O Manifesto Brasil Sem Racismo convoca vontades, corpos em luta e chama geral para dialogar e alinhar estratégias de luta. Venham! A transformação não será possível sem cada pessoa negra para fortalecer a luta. Vamos resistir, JUNTOS!

 

POVO NEGRO CONTRA O RACISMO, A VIOLÊNCIA, PELA DEMOCRACIA E BEM VIVER!

 

#BrasilSemRacismo       #PovoNegroEmMovimento    #MovimentoNegroPelaDemocracia  #HaddadPresidente                #Haddad13

 

ASSINAM ESTE MANIFESTO:

 

AGANJU – Afro Gabinete de Articulação Institucional e Jurídica

Agentes da Negritude

Articulação Nacional de Negras Jovens Feministas – ANJF

Associação Baiana das Pessoas com Doença Falciforme – ABADFAL

Associação da Comunidade Quilombola Mota – Itanhém, BA

Assoc. de Prods. Remanescentes de Quilombos de Volta Miúda, Caravelas, BA

Associação Quilombola Cândido Mariano – Nova Viçosa, BA

Associação Quilombola de Helvécia – Nova Viçosa, BA

Associação Gingarte Cultural de Capoeira Angola.

Associação Quilombola Vila Juazeiro – Ibirapuã, BA

Associação de Servidores da UFBA – ASSUFBA

Associação Protetora dos Desvalidos / Sociedade Protetora dos Desvalidos (SPD)

Associação Comunitária e Recreativa do Afoxé Filhos do Congo

AMMC Associação das Mulheres Camponesas de Caetité

APIMUC Associacao dos Apicultores de Caetité

Aspiral do Reggae Associação

Associação Artístico Cultural – ODEART

Asociacion Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diasporas Articulação de Mulheres Negras Brasileiras

Associação Cultural de Hip Hop Nova Saga

Afoxé Filhas de Gandhy

Associação Religiosa e Cultura da Comunidade Caxuté

Museu da Costa do Dendê de Cultura Afro Indígena

Bahia Street

Bando de Teatro Olodum

Bloco Afro Alufá

Bloco Afro Os Negões

Bloco Afro Os Negões – Núcleo As Negonas

CACOQ – Conselho das Associações das comunidades quilombolas do município de Caetité

Centro de Arte e Meio Ambiente (CAMA)

Cia dos Comuns

Candaces UNEB

Centro Estadual de Educação Profissional Severino Vieira

CIPÓ Comunicação Interativa

Coletivo Afrobapho

Coletivo Luiza Bairros /UFBA

Coletivo Crias da Mata

Coletiva de Sapatonas Pretas – Brejo

Centro da Mulher Baiana – CEM

Coletivo de Entidades Negras – CONEN

Coletivo Negro Luiza Mahin UNIRIO

Comissão de Promoção da Igualdade Racial – CPIR/OAB

Comissão da Verdade Sobre a Escravidão Negra/OAB

Comitê Antifascismo da UNEB

Confraria de Oyá

Conselho de Promoção da Igualdade Racial de Juazeiro

Coord. Estadual de Comunidades Remanescentes de Quilombos da BA – CEAQ

Coord. Nacional das Comunidades Remanescentes de Quilombos – CONAQ

Coord. Nacional dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil – APNS

Corpos Indóceis e Mentes Livres

Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP)

Coletivo Círculo Preto

Conselho Quilombola de Ilha de Maré

Coletivo INCOMODE

Coletivo Primavera Negra RJ

Centro de Referencia Integral de Adolescente – CRIA

Coordenação Nacional de Entidades Negras – CONEN

Companhia Cia dos Comuns

CEDANZE – Academia João Pequeno de Pastinha

Grupo Arame Farpado

Deputada Estadual Eleita Olívia Santana

DIADORIM – UNEB

Evolução Hip Hop

FACULDADE DE FARMÁCIA DA UFBA

Fórum Nacional de Performance Negra

Federação Nacional de Afoxés – FENAF

Filhos de Gandhi

Fórum de Cultura da Bahia

Fórum Nacional de Juventude Negra – FONAJUNE

Papo de Mulher Associação

Caminhada do Eng. V. da Federação Contra a Intolerância Religiosa e Pela Paz

Centro Cultural Kilombo Tenonde

CSP CONLUTAS – Resistência e Luta Negra

Centro de Estudos em Gênero, Raça/Etnia e Sexualidade Diadorim/UNEB

Coletivo Novos Baianos – ENECOS

Curso Popular de Pré-Vestibular Quilombo do Orobu

Coletivo Negro do Nordeste de Amaralina

Coletivo Crias da Mata

Coletivo Ângela Davis

Coletiva de Mulheres Negras Abayomi

Coletivo Rejanes Marias

CONPROF (COOPERATIVA NACIONAL DOS PROFESSORES)

Complexo de Cooperativa de Reciclagem da Bahia

Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras

Grupo de Teatro de Anônimo/RJ

Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB Nacional)

Instituto Social Maria Isabel de Jesus

Ilê AséOkutainá

Ilê Ayiê

Ilê Axé Torrungunan

Ile Aşe Kalè Bokùn

IF SUDESTE/MG-Campus São João del Rei/MG

Instituto CEAFRO

Instituto de Mulheres Negras Luiza Mahin

Instituto Quilombo

Iniciativa Negra Por uma Nova Política de Drogas – INNPD

Ilê Axé Filha de Oromin

Ilê Giro de Caboclo

Ilê Ase Ewa Olodumare

Ilê Axé Oyá L’ Adê Inan

Ilê Axé Olorum Odé Kauíra

IMUNE – Instituto da Mulher Negra de Portugal

Ilê Axé Oyo Bomin

Instituto Búzios

Instituto da Mulher Negra – Ayabas

JORNAL DIÁSPORA NEGRA

Jornal IROHIN

Levante Popular da Juventude

Marcha do Empoderamento Crespo Bahia

Mandato da Vereadora Marta Rodrigues – CMS

Movimento Negro Unificado – MNU/B

Movimento Negro Unificado Nacional – MNU

MSTB – Movimento Sem Teto da Bahia

Movimento Nacional de Catadores

Movimento & Midia/RJ

Núcleo Afro Brasileiro de Teatro de Alagoinhas – NATA

Núcleo de Estudos Afro Brasileiros (NEAB Recôncavo da Bahia)

N’Zinga Coletivo de Mulheres Negras de Minas Gerais

Katuka Africanidades

ODARA Instituto da Mulher Negra

Museu da Costa do Dendê de Cultura Afro Indígena

Fórum nacional de mulheres negras

Oiá Guerê Poço Amerrén

Portal Correio Nagô

Programa Direito e Relações Raciais – PDRR/UFBA

PSOL – Partido Socialismo e Liberdade

Ponto de Cultura Boiada Multicor

Quilombola Rio do Sul – Nova Viçosa, BA

Rede Afro LGBT

Rede de Artistas Antiracismo Quilombação

Rede de Ciber-ativistas Negras

Rede Nacional LBT de Promoção a Saúde da População Negra e Controle Social. (Rede Sapatà)

Rede de Mulheres Negras da Bahia Rede CAMMPI

Revista Afirmativa

Rede Nacional de Lésbicas e Bissexuais Negras Feministas –CANDACES

Rede de Mulheres Negras da Bahia

Rede de Mulheres Negras do Nordeste

Rede de Mulheres Negras de Minas Gerais

Rapaziada da Baixa Fria – RPF

Secretaria de Combate ao Racismo do PT/BA

Sindicato dos Sociólogos da Bahia – SINSEB

SOS Racismo – Portugal

Quilombo Educacional Steve Biko

Terreiro do Bogum

Terreiro do Ventura – Cachoeira

Terreiro do Bogum

Terreiro Raiz de Ayrá

Terreiro Ilê Axé Ogunjá

Uneafro Brasil/SP

Quilombo Zeferina

Conselho Quilombola de Ilha de Maré

União de Negros e Negras pela Igualdade – UNEGRO

União Nacional dos Estudantes – UNE (Diretoria de Combate ao Racismo)

União Nacional de Lésbicas Gays Bissexuais Trans e Travestis (UNALGBT)

Grupo EMÚ

Panela Teatral

Aloísio Menezes

Dulce Maria Pereira – Professora e Pesquisadora da UFOP/ Rede de Mulheres Ambientalista da America Latina.

Luedji Luna

Márcia Short

Negra jho

Carmelice dos Santos Silva-  Presidente da associação do quilombo de Agreste, Seabra

Abassá de Ogum

Gabi Guedes (Rumpilezz)

Lauro Roberto Ferreira Oliveira

José Alcides da Silva Liderança Quilombola e vice presidente da Associação da Serra do QueimadaoVereador de Seabra, Professor  e  liderança quilombola –

Edielide Silva Santos – Presidente da Associação da Serra do Queimadão

Aline Nepomuceno

Comunidade Quilombola Vazante

João  Evangelista – Secretário de Meio Ambiente de   Seabra e Liderança Quilombola

Raimundo Januário – Liderança Quilombola da Comunidade Quilombola de Agreste- Seabra

Vânia Cristina Menezes  – Diretora de reparação Racial de Seabra _ Comunidade Quilombola de Baixao Velho

Jaci Maria dos Santos – Liderança Quilombola de Olhos D’água do Basílio- Seabra

Jaime Cupertino dos Santos- Liderança Quilombola da Bahia- COMUNIDADE Vazante

Juvenal Januário- Vereador  de Boninal Bahia _ Comunidade  Quilombola de Mulungu- Boninal

Odirlei Cupertino dos Santos – Líder quilombola e Presidente da Associação Quilombola do Baixao Velho

Givanilson da Silva – Estudante do Instituto Federal e liderança Jovem nas Comunidades quilombolas de Seabra. Comunidade Quilombola de Agreste

Loureli Sampaio Teles – Diretora da Escola Amilar Almeida de Seabra – Seabra

Associação de mulheres negras do Lobato

Deputado Federal Bira Coroa – PT

Afronte : Rafael Borges da Silva Vitório

Pré-Vestibulas quilombo do Orobu : Geilson de Andrade

Sarau arte livre : Adriele Carmo

Ponto de cultura boiada multicor (UNRAAM -universidade da reconstrução ancestral e amorosa ) :Kinda Rodrigues

Associação artístico cultural odeart :Thiago Ribeiro

Instituto Steve Biko :Cristiane Paula

Conselho da promoção da igualdade racial de Juazeiro/BA :Ceres Santos

Consulta Popular :Elder Reis

Coletico social fábrica de rimas : Well Santiago .


“ENTRE O RIO E A PRAÇA”, A ESCRITORA CACHOEIRANA TIANALVA SILVA LANÇA SEU PRIMEIRO LIVRO PARALELO A FLICA 2018



Publicado em: 09 de out de 2018

Tic tac tic tac fazia o relógio enorme na parede da sala

risadas histéricas

crianças correndo, sorrisos

som de vidro quebrando

maridos ralhando com as esposas

som de telefone tocando

som de saltos no assoalho

buzinas de carro lá fora

o choro da adolescente na sacada

Nada disso incomodava mais

que a indiferença sobre aquele velho

na cadeira de rodas, quase cego

que a tudo observava

– Indiferença (Tianalva Silva)

Quem mora ou passeia com frequência em Cachoeira e senta pra tomar uma na Praça Vinte e Cinco de Junho, com certeza conhece Tianalva Silva, mulher negra cachoeirana, que trabalha há anos na praça e sempre tem um caso e um dedo de prosa agradável para compartilhar. Tianalva é escritora e lança seu primeiro livro “Entre o Rio e a Praça”, na próxima sexta-feira (12), às 18h, na sede da ONG Casa de Barro, Rua Ana Nary numero 16, em Cachoeira, paralelo a programação da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica). O evento também contará com a exposição das aquarelas da artista Annie Ganzala.

O livro reúne poemas e crônicas, onde diferentes tipos de pessoas, personalidades e realidades estão todos expostos. A escritora traz as feridas do cotidiano, o que se vê nas ruas da cidade, suas poéticas e angústias. Sua narrativa mistura crônicas reconvexas – local e mundial, ficção e poesia.

A autora Marinalva Silva ganhou o apelido carinhoso “Tia Nalva” dos estudantes do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CAHL – UFRB). Daí então, ela assumiu para si o apelido que virou nome Tianalva, com o qual assina o livro. Suas crônicas, feitas em formas de diário numa agenda antiga, é uma miscelânea de textos recentes e os contos e poemas antigos que foram saindo da gaveta, alguns amigos apoiaram e a ideia foi tomando corpo.

 

SERVIÇO:

O quê: Lançamento do Livro “Entre o Rio e a Praça”, de Tianalva Silva, durante a FLICA.

Quando: Sexta-feira, 12 de Outubro, às 18h

Onde: Casa de Barro, na Rua Ana Nary numero 16 , em Cachoeira,

Valor: Gratuito


Articulação de Negras Jovens realiza atividade em Salvador



Publicado em: 02 de out de 2018

No dia 06 de outubro, das 10h às 12h, no Dique do Tororó, a Articulação Nacional de Negras Jovens Feministas da Bahia (ANJF\BA) realizará encontro com negras jovens de Salvador. A ação é aberta e faz parte das ações formativas e de mobilização da ANJF.

A ANJF foi criada em setembro de 2017, durante o II Encontro Nacional de Negras Jovens Feministas (II ENJF), realizado em Capela do Alto\SP. A Articulação é composta por negras jovens ativistas das diferentes regiões do país.

 


Boletim Odara (Julho\Agosto)



Publicado em: 02 de out de 2018

Olá companheiras e companheiros!

A radicalidade, a irreverência, os gritos de luta, força e resistência definiram a 6ª edição do Julho das Pretas na Bahia. Com uma programação extensa que atravessou os meses de julho – marcado pelo dia 25 de julho: Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha e dia nacional de Tereza de Benguela, e ocupou quase todo o mês de agosto, reafirmando a importância da luta política das mulheres negras.

Neste ano, o Odara – Instituto da Mulher Negra, idealizadora do Julho das Pretas, realizou atividades centradas no debate do enfrentamento ao racismo e do bem viver para as mulheres negras. Com o objetivo de reafirmar as estratégias de resistência na luta e de provocar amplo debate em torno da conjuntura política, como: os 130 anos da falsa Abolição da Escravatura; 30 anos do primeiro Encontro Nacional de Mulheres; 30 anos da Constituição Federal; o aumento significativo do feminicídio de mulheres negras e o extermínio da juventude negra.

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