LISTA DE PARTICIPANTES APROVADAS PARA O CURSO “O legado de bell hooks para a ação política e reflexiva das mulheres negras”



Publicado em: 16 de maio de 2019

O curso acontecerá dia 23 de maio, 14h, na sede da CESE. O curso será ministrado pela professora doutora em comunicação Rosane Borges. Segue abaixo a lista de participantes:

 

Eveline Pena

Daniele Rocha

Ceres Santos

Luana de Oliveira

Indiara dos santos

Sandra Andrade

Marluce Santana

Margarida Maria Oliveira Conceição

Monyra

Deysi Cruz

Lola Silva

Daiane Feliciano

Natália Alcântara

Lara Carina Amorim

Camila Vieira

Juliana Alves

Andreza Santos

Mabel Freitas

Elaine Angélica

Leide Araújo

Ester

Carolina Barros

Izzadora Sá

Cíntia Lima

Suzana Maiara Costa

Rosa Meire C. de Oliveira

Kayanara Leeb

Edna Abadia

Jész Ipolito

Marina Amaral

Emanuele Celina

Lorena Lima

Djentilâme

Janja Araujo

Ed Muniz

Jamile Araujo

Elis Tanajura

Márcio Paim

Rosana Fernandes

Liana vieira

Tarde Jessica

Regiane Regis

Silvânia Cerqueira

SILENE

Giovanna Hemerly

Josinélia

Bruna Hercog

Jaqueline Portela

REJANE MATOS

Mirela Santiago

Dora Almeida

Hildete Damasceno Vergne

Daiane Sousa

Cândida Moraes

Taiana Lemos

Bruna Bastos


Instituto Odara realiza em Salvador o lançamento do novo livro de bell hooks, “Olhares negros”



Publicado em: 09 de maio de 2019

O lançamento contará com a presença da jornalista e intelectual negra, Rosane Borges

 

O livro “Olhares negros: raça e representação”, da pensadora negra feminista norte-americana bell hooks, será lançado em Salvador, no dia 23 de maio, às 18h, na sede da CESE, na Graça. O lançamento será realizado com a presença da jornalista, intelectual e feminista Rosane Borges, que escreveu o prefácio do livro.

O livro tem sido considerado uma das mais importantes publicações da Editora Elefante. Em entrevista, bell hooks diz que “nenhum outro livro de crítica cultural que eu tenha escrito é tão essencial para a nossa compreensão das ligações entre raça, representação, questões de autodefinição das pessoas negras e a descolonização de todos nós”, diz a autora.

Lançado originalmente em 1992, olhares negros foi relançado nos Estados Unidos em 2015, e agora chegou ao Brasil e as repúblicas nordestinas. Em março foi lançado no Maranhão. Em entrevista para a Editora Elefante Rosane Borges reflete sobre a importância deste clássico. “Não há como negar que Olhares negros é um livro que nasce clássico, desafiando as políticas de visibilidade e as noções de representação, levando em conta o que significou e o que significa o processo de colonização e dominação nos países marcados pela pior tragédia da humanidade: a escravidão transatlântica”, explica Rosane Borges, no texto que abre o livro.

Você não pode perder!

O que ? Lançamento do livro “Olhares negros”, de Bell Hooks em Salvador
Quando? Quinta-feira, 23 de maio; Às 18h
Onde? Na Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), R. da Graça, 164 – Graça, Salvador


Instituto Odara realiza minicurso sobre o legado da escritora negra bell hooks



Publicado em: 09 de maio de 2019

 

O curso, ministrado pela jornalista e intelectual negra Rosane Borges, será gratuito

 

Estão abertas as inscrições online para o minicurso: “O legado de bell hooks para a ação política e reflexiva das mulheres negras”. A aula será ministrada por Rosane Borges, que escreveu o prefácio do livro “Olhares negros: raça e representação”, da pensadora negra afro-americana bell hooks.

O curso é realizado pelo Odara em parceria com a CESE e a Fundação Rosa de Luxembrugo. E acontecerá no dia 23 de maio, das 14h às 17h30, na sede da Cese, na Graça (Salvador).

Serão disponibilizadas 30 vagas para participaçãoo. Faça sua inscrição AQUI

 

Sobre bell hooks

Gloria Jean Watkins, conhecida pelo pseudônimo de bell hooks, nasceu em Hopkinsville, 25 de setembro de 1952. A autora de mais de 30 livros sobre raça, feminismo negro, afetividade e representação, entre outros temas, é ativista e teórica reconhecida em todo mundo.

O nome “bell hooks” foi inspirado na sua bisavó materna, Bell Blair Hooks. A escolha da letra minúscula é justificada pelo interesse da autora em dar mais enfoque ao conteúdo desenvolvido em suas obras e menos a sua pessoa.

A ativista, influenciada pela obra de Paulo Freire, fundou em 2014 o “bell hooks Institute”, em Berea College, em Kentucky, Estados Unidos.


SEMINÁRIOS DEBATEM ARTICULAÇÃO COMUNITÁRIA E DIREITOS HUMANOS NAS REGIÕES DO CABULA E PENÍNSULA DE ITAPAGIPE



Publicado em: 24 de abr de 2019

Poder público, organizações e moradores das comunidades do Cabula e da Península de Itapagipe, em Salvador, reúnem-se em seminários que irão debater direitos humanos, nas próximas quinta e sexta feiras (25 e 26 de abril). As atividades terão como foco a incidência política comunitária nos eixos: direito à cidade, educação, saúde, moradia e cultura. As ações fazem parte do “Projeto Jovens mulheres refletindo saúde, direito e saberes” desenvolvido pelo Odara – Instituo da Mulher Negra e Fundo Baobá, em parceria com a Associação Cultural Odeart e o Centro de Arte e Meio Ambiente (CAMA), e com apoio da Caixa Econômica Federal.

Ao longo do projeto foram realizados debates e formação sobre fortalecimento territorial, tomando como base o plano de desenvolvimento local criado por organizações comunitárias da Península de Itapagipe. Os seminários – que encerram uma etapa do projeto – tem por objetivo realizar a mobilização destas comunidades para a elaboração e atualização de um plano de ação coletiva para assegurar os direitos à saúde, acesso à educação, à cultura, à moradia e fortalecimento local das redes comunitárias. O evento também acolherá denuncias de violação de direitos humanos e negligencias para efetivação das políticas públicas.

Apesar do intercâmbio de experiências entre as regiões, cada seminário debaterá as especificidades locais. A primeira rodada de debates acontecerá no bairro do Uruguai, na quinta-feira (25), das 13h às 17h, no Espaço Cultural Alagados. Já o segundo seminário, no Cabula, será na sexta-feira (26), das 9h às 17h, no Centro Cultural de Narandiba. Os dois seminários devem contar com público de aproximadamente 200 participantes, incluindo representantes do poder público, organizadores e apoiadores do projeto, além daCoordenadoria Ecumênica de Serviços (CESE), Organização Vida Brasil, e intervenção da juventude do Sarau da Onça.

Andrea Sena, da Associação Cultural Odeart, fala da Rede Cabula Vive!, articulação comunitária fruto do projeto. “Esta experiência foi um meio facilitador pra estabelecimento do diálogo entre as organizações da região, sobretudo, as que desenvolvem trabalhos sociais, culturais e educacionais, e o poder público, proporcionando um melhor conhecimento mútuo das nossas ações”, afirmou Sena.

 Já Raimundo Nascimento, do CAMA, ressaltou a importância da ação para fortalecer e ativar as organizações e coletivos dos territórios envolvidos no projeto. “A ação tem um papel fundamental na ativação das forças vivas dos territórios de Itapagipe e Cabula. Forças das organizações sociais, da sociedade civil e do setor produtivo dos dois territórios focadas na construção de um caminho de desenvolvimento territorial visando à melhoria da qualidade de vida das populações”, declarou Nascimento.

VELHAS LUTAS, NOVAS PRÁTICAS NO MOVIMENTO SOCIAL

É o tema do seminário no bairro do Uruguai, que será realizado na próxima quinta-feira (25), das 13h às 17h, no espaço Cultural Alagados.  A proposta é avaliar a caminhada da Rede CAMMPI – Comissão de Articulação, Mobilização dos Moradores da Península de Itapagipe, que há mais de 20 anos vem atuando para garantia dos direitos da população da Península de Itapagipe.

A atuação da Rede Cammpi, na agenda dos direitos à moradia, cidade, cultura e em defesa do meio ambiente, é uma referência no estado da Bahia e no Brasil. Foi a partir da articulação comunitária local que os moradores enfrentaram as palafitas, a falta de saneamento básico e a degradação total do meio ambiente em toda região. Com a criação do Plano Referencial de Desenvolvimento, a Cammpi apresentou para toda a cidade as  expectativas coletivas para assegurar vida digna para todos os moradores.

Após 25 anos de atuação, a Rede CAMMPI pretende avaliar sua caminhada no movimento social, para reforçar a incidência política comunitária. O seminário será apenas o inicio de um processo de escuta sobre novas experiências locais, nacionais e internacionais aplicadas no movimento social que possam ajudar a construir uma metodologia mais eficiente para o fortalecimento da luta e das comunidades da Península de Itapagipe. “Nossa idéia é organizar um espaço onde a comunidade e diversos atores e atrizes possam pensar sobre nossas trajetórias, o que fizemos até agora e os vários espaços de lutas comunitárias”, declarou Raimundo Nascimento, que também compõe a Rede CAMMPI.

 

SEMINÁRIO REDE CABULA VIVE! – CAMINHOS PARA FORTALECER O DESENVOLVIMENTO LOCAL

No dia seguinte, sexta-feira (26), é a vez do seminário no Cabula, que acontecerá no Centro Social Urbano (CSU) de Narandiba, das 9h às 17h. O 1º Seminário da Rede Cabula Vive, vai discutir  caminhos para fortalecer o desenvolvimento local e tem como objetivo levantar discussões e proposições acerca das principais problemáticas enfrentadas pelas comunidades e organizações sociais da região do Cabula.

A Rede Cabula Vive é composta por mais de 16 associações comunitárias da região do Cabula, e foi criada a partir de um método participativo, que aponta para um modelo de gestão compartilhada do território, em que a sociedade civil identifica, discute, planeja e aciona os atores sociais (poder público, organizações privadas, comunidades, organizações sociais) para a resolução de problemáticas de interesse público, bem como, apoiando as potencialidades já existentes no território.

Durante o seminário, a Rede Cabula Vive!, formada até então por organizações de sete bairros da região (Engomadeira, Arraial do Retiro, Arenoso, Beiru, Mata Escura, Estrada das Barreiras e Narandiba), apresentará um Plano de Desenvolvimento Sustentável para o Cabula. A região do Cabula enfrenta altos índices de violência contra a juventude negra, e em 2014, toda a região foi impactada com a chacina que matou 13 adolescentes e jovens, e ficou internacionalmente conhecida como Chacina do Cabula. Outras problemáticas constantes na comunidade é a falta de políticas de moradia, de limpeza urbana, de transporte e de creches para as crianças.

 

SERVIÇO:

O QUÊ: Seminário Velhas lutas, novas práticas no movimento social.

ONDE: Centro Cultural Alagados; QUANDO: 25 de abril, das 13 às 17h.

O QUÊ: Seminário Rede Cabula Vive – Caminhos para fortalecer o desenvolvimento local

ONDE: Centro Social Urbano de Narandiba; QUANDO: 26 de abril, das 9h às 17h

 

Contatos:

Naiara Leite – 71. 99718.5144

Raimundo Nascimento – 71. 98894.4649 (CAMA)

Tiago Zion – 98761.9835 (REDE Cabula Vive)


Boletim Odara 03 #MarçoDeLutas



Publicado em: 16 de abr de 2019

Os últimos quatro anos são marcados por um período de amplos retrocessos, violação e perdas de
direitos, violência, e reafirmação de uma política de morte, especialmente, para a população negra e
indígena. São tempos de reafirmação dos movimentos sociais, que temos, entre as lutas diárias, a tarefa
de defender nossas vidas, existência, nosso direito à fala, expressão e, principalmente, de fortalecer a luta
antirracista e defender o projeto político de nação que esteja centrado na garantia do bem viver para
todas as pessoas.

Este ano o Odara – Instituto da Mulher Negra criou o “Março de Lutas” – uma agenda com o intuito de
cruzar as grandes agendas internacionais de luta contra o racismo e o sexismo. O mês de março é
internacionalmente conhecido como o mês das mulheres na luta contra o patriarcado, celebrado
oficialmente dia 8 de março.

Também no dia 14 de março de 2019 faz um ano que a militante negra e parlamentar Marielle Franco foi
executada e o Estado brasileiro ainda não nos apresentou respostas. Neste dia homenageando o
nascimento de duas estrelas negras que tiveram grande contribuição para a luta negra brasileira: Carolina
Maria de Jesus e Abdias Nascimento. Já no dia 16 de março de 2019 fez 5 anos que a trabalhadora
Claúdia Ferreira foi assassinada por PMs do Rio de Janeiro e arrastada do lado de fora da viatura.

É também em março, dia 21, que celebramos o dia internacional de luta pela eliminação da
discriminação racial. Ainda no dia 27 de março celebramos o nascimento de outra estrela negra brasileira,
Luiza Bairros, que tem inspirado homens e mulheres negras além do seu tempo com seu legado.

O Março de Lutas é mais uma tática de reafirmar a resistência negra nesse país. É a forma de celebrar o
legado dos homens e mulheres negras que morreram lutando para consolidação de um projeto político
em que a população negra tivesse sua humanidade, cidadania e direitos reconhecidos e assegurados.
Continuaremos em marcha até que todas as Marielles, Claudias, Carolinas, Abdias e Luizas tenham
direito à vida e ao bem viver.

 

FIQUE SABENDO DAS NOSSAS AÇÕES

 

ACESSE O BOLETIM ODARA Nº 3 AQUI


Ebook 5ª edição do Julho das Pretas – Mulheres Negras transversais do Tempo: Negras Jovens Enfrentando o Racismo, a Violência Pelo Bem Viver



Publicado em: 05 de fev de 2019

Confira ebook com textos e informações do “Mulheres Negras Transversais do Tempo”, que aconteceu durante a 5ª edição do Julho das Pretas na Bahia. A edição realizada em 2017 teve como foco potencializar o debate sobre o enfrentamento ao racismo, a violência e pelo Bem Viver, a partir das trocas intergeracionais entre mulheres e jovens negras.. Veja aqui: ebook_julho_das_pretas

 

 


Boletim Informativo do Odara (Setembro\Outubro) – Papo de Preta!



Publicado em: 22 de nov de 2018

 

REDE DE MULHERES AFRO-LATINO-AMERICANAS, AFRO-CARIBENHAS E DA DIÁSPORA ELEGE NOVA COORDENAÇÃO

De 10 a 14 de outubro, a Rede de Mulheres Afro-latino-americanas, Afro-caribenhas e da Diáspora realizou o Fórum Internacional “A Quatro Anos do Decênio: Alcances e Desafios do Observatório da Plataforma Política das Mulheres Afrodescendentes”, em Cali, na Colômbia. A atividade contou com representantes do Brasil, Belize, Guatemala, Honduras, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, México, Colômbia, Venezuela, Equador, Peru, Bolívia, Uruguai, Argentina, Chile, Cuba, República Dominicana, Haiti, Porto Rico e Estados Unidos.

Confira matéria  completa e muito mais no Boletim Odara Papo de Preta

 


REVISTA AFIRMATIVA LANÇA 3ª EDIÇÃO NO NOVEMBRO NEGRO, EM SALVADOR, EM HOMENAGEM AS JUVENTUDES NEGRAS



Publicado em: 14 de nov de 2018

O coletivo de mídia negra lançará também um novo portal e uma série de vídeos

A juventude negra protagoniza e tece as linhas que dão vida a 3ª edição da Revista Afirmativa. O lançamento acontece nesta quarta (21), às 18h, no Jardim das Delicias, no Pelourinho. Além do lançamento da revista impressa, a programação conta com a estreia do novo portal online e da série “A Juventude Negra Comunica o Direito à Vida”, além de um pocket show com Zinha e Makena.

A 3ª edição da Revista é fruto do projeto “A Juventude Comunica o Direito a Vida”, que objetiva resgatar as histórias de vidas abreviadas e reduzidas em estatísticas e problematizar as diversas formas de violências que atingem a juventude negra brasileira. A iniciativa realizou um concurso para jovens negros jornalistas recém-formados e estudantes de jornalismo de todo Brasil e premiou os três primeiros selecionados, que terão seus textos publicados no portal. Já o material selecionado em primeiro lugar também será veiculado na edição impressa. A revista será distribuída gratuitamente no local.

O concurso também selecionou três roteiros para produção de uma vídeo-série, que será lançada no Youtube, Vimeo e exibida no lançamento. A série conta com três episódios sobre formas de resistência da juventude negra: Ep 1- Fancha, dirigido por Izzadora Sá, sobre lésbicas negras e de periferia. Ep 2: De Quebrada, dirigido por Icaro Jorge, sobre a ocupação de espaços públicos de Salvador pela Juventude Negra. Ep 3 – Corpos violentos ou vialodos? – dirigido por Marcelo Ricardo, sobre masculinidades negras.

A frente do projeto “A Juventude Comunica o Direito a Vida”, a Revista Afirmativa é um coletivo de mídia negra criado em 2013, que protagoniza ações sociais pelos direitos da juventude, direito à livre comunicação e à cultura. O projeto contou com a parceria do Odara Instituro da Mulher Negra, Coletivo de Cinema Negro Tela Preta, Estúdio Eban, Herdeira da Beleza, entre outros.

“A revista nasce de uma proposta coletiva e vem se mantendo há quase cinco anos desta mesma forma. Este projeto é fruto do esforço de muita gente, de organizações, coletivos, pessoas que acreditam na importância da mídia negra para a resistência do povo negro. A Afirmativa fortalece uma frente de veículos da mídia negra baiana que atua junto com os movimentos”, declara Alane Reis, uma das editoras da revista.

A campanha de divulgação do projeto celebra a atuação de comunicadores negros. André Luís Santana, Camila de Moraes, Jamile Menezes, Juliana Dias, Luciane Neves, Maíra Azevedo, Midiãn Noelle, Mônica Santana, Monique Evelle, Naiara Oliveira, Rita Batista, Vânia Dias, Valéria Lima e Yuri Silva são os profissionais que compartilharam suas imagens, trajetórias e opiniões para fortalecer e dar vida a iniciativa.

SERVIÇO

O QUÊ: Lançamento da 3ª Edição, Portal Afirmativa e série “A Juventude Negra Comunica o Direito à Vida” + Pocket Show de Zinha e Makena

QUANDO: 21/1,1 às 18h

ONDE: Jardim das Delicias – Pelourinho, R. João de Deus. N 12

QUANTO: Grátis, com distribuição da revista.


Oficinas de formação fortalece debate sobre violência doméstica em Salvador



Publicado em: 13 de nov de 2018

O mês de Novembro é conhecido pelas suas agendas de luta contra o racismo e de combate à violência contra as mulheres. É um mês de ampla mobilização das organizações do movimento negro e de mulheres  nacional e internacionalmente, a fim, de informar e sensibilizar toda a sociedade para os problemas e questões relativas  a luta de combate ao racismo, a violência e todas as formas de opressão que atinge a população negra.

Este ano o Odara – Instituto da Mulher Negra em parceria com o Centre de Estudos da Relações Raciais de Trabalho e Desigualdades (CEERT) vai realizar oficinas formativas,  nos dia 28 de novembro e 13 de dezembro, para  problematizar e debater o seguinte tema: Violência Domestica: O que os profissionais de saúde tem a ver com isso?

A ação tem como foco ampliar o diálogo sobre a temática  com ativistas dos movimentos de mulheres negras, feministas, LBT, pesquisadoras, profissionais de saúde e estudantes.

Para participar  basta fazer a inscrição nos links disponibilizados abaixo.

Venha debater com a gente.

Link inscrição oficina 28/11 – 

https://goo.gl/forms/ZwHdJfVrFoVRrcsH2

Link inscrição oficina 13/12 – 

https://goo.gl/forms/ELgjGCpMCWmlc1Rm1

Para mais informações sobre as oficinas, ligue para: 71.3561.2870


ENCONTRO DE MULHERES NEGRAS DA REGIÃO NORDESTE REALIZA ATIVIDADE ABERTA AO PÚBLICO EM PERNAMBUCO



Publicado em: 06 de nov de 2018

A atividade tem como foco debater conjuntura política no Brasil

Centenas de ativistas e movimentos de mulheres negras dos nove estados da Região Nordeste se encontram no próximo final de semana o Encontro Regional de Mulheres Negras da Região Nordeste, que terá a mesa de abertura, com o tema: “Análise de conjuntura: Mulheres Negras Movem o Brasil – Desafios e projetos políticos”. A mesa, que será aberta ao público, acontecerá em Recife – Pe, no Sindicato dos bancários, na R. Manoel Borba, 564.

O objetivo da atividade é refletir sobre os processos políticos nacionais, quais impactos e formas de participação política das mulheres negras da Região Nordeste, e em articulação nacional. O encontro Regional Nordeste é uma das etapas de mobilização rumo ao Encontro Nacional de Mulheres Negras + 30: Contra o racismo, a violência e pelo Bem viver, que acontecerá em dezembro deste ano, em Goiânia.

O encontro está sendo organizado pela Articulação de Organizações de Mulheres Negras do Brasil (AMNB) e pela Rede de Mulheres Negras do Nordeste.

O QUÊ: ENCONTRO REGIONAL DE MULHERES NEGRAS DO NORDESTE
QUANDO: Sexta-feira (9 de novembro), às 18h.
ONDE: Sindicato dos bancários, na R. Manoel Borba, 564.