Programa de Direitos Humanos

O Programa de Direitos Humanos tem como objetivo a incidência política pelo direito à vida da população negra, a partir do enfrentamento às opressões  ocasionadas pelas violências sistêmicas, tais como: racismo; sexismo; violências de gênero e feminicídio; violência política; extermínio das juventudes negras e LBTfobias; através do fortalecimento das mulheres negras como sujeitas políticas ativas na construção de uma sociedade centrada no Bem Viver.

Conheça os projetos desenvolvidos pelo programa:


Projetos ativos

Minha Mãe Não Dorme Enquanto Eu Não Chegar

É um projeto desenvolvido em duas comunidades da periferia de Salvador (Cabula e Nordeste de Amaralina) com foco na sensibilização da sociedade brasileira e baiana para os danos e impactos causados pela violência policial e tráfico de drogas na vida de adolescentes, jovens negras e negros, suas mães e familiares. A ação tem como foco o apoio, articulação, fortalecimento e diálogo com as mães de jovens assassinados em decorrência da violência; sensibilização com adolescentes e jovens sobre a violência nas escolas da rede pública de Salvador; realização, lançamento e divulgação da campanha publicitária de enfrentamento à violência “MInha Mãe Não Dorme Enquanto Eu Não Chegar”.

Mulheres de Axé: Contra a Intolerância Religiosa e pela Democracia

O projeto visa fortalecer as comunidades de Terreiro, com vistas a assegurar sua atuação política no enfrentamento à intolerância religiosa, articulando e mobilizando ações de denúncia e visibilidade de casos, além de construir um plano de ação conjunto das Mulheres de Axé em Salvador, Região Metropolitana, Recôncavo  da Bahia, e o Portal do Sertão.


Projetos concluídos

Dijó – Mulheres Negras Contra a Violência

O projeto realizava debates junto às mulheres negras, universidades, comunidades tradicionais religiosas, sociedade civil, entidade de direitos humanos, comunidade LBT, poder público e judiciário dos estados da Bahia, Minas Gerais e Porto Alegre, sobre a crescente situação de violência doméstica e intrafamiliar que atinge as mulheres negras. O projeto foi uma realização da Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), gestado pelo Odara – Instituto da Mulher Negra, a Associação Cultural de Mulheres Negras (ACMUN), e o Nzinga – Coletivo de Mulheres Negras de Minas Gerais.

Tecendo a Rede de Mulheres Negras do Nordeste

Projeto de articulação e mobilização das jovens, mulheres, lésbicas, bissexuais e transexuais negras do Nordeste brasileiro, com intuito de estruturar uma rede  para fortalecer as organizações de mulheres negras e incidir nas políticas públicas de combate ao racismo, sexismo e lesbitransfobia. O projeto gerou a criação da Rede de Mulheres Negras do Nordeste, que está ativa até hoje, e que o Odara coordenou entre 2012 e 2016, retornando à coordenação em 2022, junto à Abayomi – Coletiva de Mulheres Negras na Paraíba e à Ayabás – Instituto da Mulher Negra do Piauí.

Gol de Placa: Mulheres Negras discutindo a Lei Geral da Copa 2014

O projeto capacitou mulheres negras ambulantes, baianas de acarajé, catadoras de materiais recicláveis e mulheres em situação de rua para fomentar e formar atrizes políticas para denúncia de violações de direitos e participação democrática nos megaeventos esportivos, a partir da disseminação de informações sobre a Lei Geral da Copa e de violação de direitos humanos.

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